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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Aulão Dudude @ Atelier Dudude, 09 de novembro, Casa Branca
Aulão com Dudude, dia 09 de novembro, sábado, das 10 às 13h, no Atelier Dudude, em Casa Branca/Brumadinho.
CONSCIÊNCIA x PERCEPÇÃO x IMPROVISAÇÃO
Presentes de dança + Práticas improvisatórias
público alvo: Profissionais das artes cênicas, estudantes e pessoas interessadas no saber do movimento.
maiores informações (valores, como chega, como acontece etc.):
31.94114537, 31.88979597
maria.dudude@gmail.com
dudude@dudude.com.br
Aula com Dudude @ Sala Crisantempo, dia 02 de novembro
Aula com Dudude na Sala Crisantempo, dia 02 de novembro, das 14 às 17h30.
Rua Fidalga, 521 - Pinheiros, São Paulo/SP
valor: R$100,00 (R$80,00 para alunos da Crisantempo)
público alvo: Bailarinos, performers, estudantes de dança e pessoas afins e curiosos no saber do movimento como fonte de descoberta.
maiores informações: 11.38192287, 11.77386463
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A Projetista @ CIT ECUM - dias 25, 26 e 27 de outubro e 01, 02 e 03 de novembro
Dudude apresenta o espetáculo "A Projetista", no CIT-ECUM, em SP, nos dias 25, 26 e 27 de outubro, e nos dias 01, 02 e 03 de novembro.
Rua da Consolação, 1623 - República - São Paulo/SP
Classificação indicativa: 12 anos
Maiores informações: 11.31299132 / 11.21224070
Ingressos na bilheteria e pelo compreingressos.com
Convocatória Atelier Dudude [Encontro Prático com Katie Duck] Janeiro de 2014
Está em vigor a convocatória para inscrição de bailarinos, performers, improvisadores , artistas interessados em participar do “Encontro Prático com Katie Duck”, de 12 (domingo) a 17 (sexta) de janeiro de 2014. O Encontro Prático, orientado pela artista Katie Duck que reside em Amsterdã (Holanda) desde os anos 70, é uma das ações que Dudude oferece em seu atelier, localizado em Casa Branca , município de Brumadinho-MG-Brasil. Serão selecionados 20 artistas do Brasil através de processo democrático de convocatória, currículo sucinto (até 20 linhas) e carta de intenção de cada candidato.
Das Inscrições
20 Vagas
As inscrições para o encontro deverão ser realizadas até 30 de novembro
de 2012, exclusivamente pelo e-mail: dudude@dudude.com.br
Os e-mails dos candidatos deverão ser identificados da seguinte forma.
No campo assunto, escrever o texto: CONVOCATÓRIA ATELIER DUDUDE – KATIE DUCK
[nome do candidato]. E-mails
enviados fora destas especificações não serão considerados.
No e-mail, enviar:
a) currículo sucinto (até 20 linhas)
b) carta de intenção do candidato.
O resultado será divulgado no blog de Dudude (coisasdedudude.blogspot.com) e no
Facebook de Dudude (facebook.com/Dudude.Herrmann) e ficará
disponível para consulta a partir do dia 10 de dezembro de 2013. Os
selecionados serão também informados por e-mail.
Os interessados podem entrar em contato pelo email: prod.jackiecastro@uol.com.br ou pelos
telefones 31.9673.4519 e 7814.1430 para tirar suas dúvidas.
* A produção não se responsabiliza pela hospedagem, alimentação ou transporte dos artistas selecionados, mesmo os que não residam em Belo Horizonte e arredores. Estes custos são de responsabilidade única e exclusiva dos candidatos. Serão negociados descontos em pousadas e restaurantes da região para os selecionados.
** Todos os participantes receberão certificado de participação.
1 Por que fazer
A oportunidade de estarmos compartilhando, trocando, vivenciando
ideias, propostas, olhares com artistas de outras terras, com realidades
diferentes e distintas tem em si uma
singular importância. Para os artistas
do Brasil, estar com profissionais reconhecidos e com trabalhos significativos
no campo da dança atual traz, um alimento potente com a consequência afirmativa
na alteração de hábitos, no que implica a criação, a maneira com a qual cada um
vê e sente a contemporaneidade.
2 Onde
Casa/atelier da artista de dança DUDUDE
Residência Artística | Encontro Prático com Katie Duck
em Casa Branca, Brumadinho/MG Brasil
3 Para quem
Bailarinos, performers, improvisadores, artistas interessados na
linguagem da improvisação em dança e
seus desdobramentos.
4 Tempo de duração
Imersão de uma semana, durante as tardes, de 14 as 19:30hs ,de domingo
a sexta. No período das manhãs o atelier
ficará aberto para os artistas participantes fazerem uso.
5 Data/Período
12 a 17 de Janeiro de 2014
17, sexta, encerramento performático
Informações sobre a proposta de
Katie Duck
IMPROVISAÇÃO/ LINGUAGEM ATIVA DE DANÇA MICROSCÓPICA
Para DANÇARINOS, IMPROVISADORES, ARTISTAS E PERFORMERS
Katie Duck orienta os bailarinos e artistas através de exercícios
físicos que destacam como os olhos e ouvidos afetam as escolhas de movimento.
Ela estende o trabalho para sessões de
improvisação, definindo uma frente ficcional no espaço do atelier e, em seguida, declara isso como uma
plataforma para escolher pausa, fluxo para a entrada ou a saída.
Esta plataforma destaca como o limite dessas três opções podem fornecer a estrutura para uma composição,
ter um lugar e ser um lugar, o acaso, o tempo ao vivo, interatividade, conexão,
as emoções, a intuição e a inspiração são materiais básicos de um processo
criativo. Essas matérias-primas são integradas como um fator combinado em que todos no grupo podem escolher.
Nas sessões de improvisação é dado um prazo determinante como uma opção para o grupo mudar, deixar , cair ou levantar o espaço à
vontade. Essa mudança, caindo e levantando o espaço de atuação coloca cada
indivíduo em uma posição onde cada um precisa estar e ser
totalmente desperto ou eles vão reconhecidamente perder o fio da atividade
criativa em jogo. A escolha é
introduzido no grupo como uma realidade
de composição, mas também como um meio para os indivíduos escolherem participar na performance ativa, ou como um
visualizador e ainda permanecer envolvido no processo. Estas atividades físicas
experimentais reúne o grupo e o faz reconhecer
e perceber que o tempo de um processo criativo passa em diferentes velocidades e que o espaço está mudando em várias
dimensões ao mesmo tempo. Esta consciência cria uma presença no espaço. Essa
presença constante de espaço acaba sendo colocado nas mãos do grupo nas sessões de improvisação.
Katie Duck vem investigando teatro, dança e
música como “performance viva” por mais de 30 anos.Ministra aulas no
SNDO (School New Dance Development) Em suas aulas , Katie tem uma visão microscópica sobre o papel da
improvisação desempenha em uma performance ao vivo, combinando sua formação nas
artes do espetáculo com a sua curiosidade para os avanços nos estudos da improvisação e seu jogo.
"A combinação de movimento, ver,
ouvir, sentir é deliberadamente voluntaria, para me expor na frente de uma platéia altera
minha percepção de tempo, espaço e emoções. O que eu faço para viver é uma
loucura de neurônios induzida "
Katie Duck
"Eu não estou interessada no momento,
apesar de não me sentir bem. Estou interessada em movimento e o fato de que o
tempo está passando. É uma espécie de hippie campanha publicitária para
incentivar alguém a estar no momento. "
Katie Duck
"Um corpo totalmente desperto
raramente é pedestre. O corpo desperto precisa ser descoberto e exige uma
disciplina além de tarefas diárias. E ainda assim, quando vejo o movimento que
não respeita a beleza do corpo como pedestre , tornar-se desconfortável. Como o
corpo funciona e como eu vejo um corpo não é tão diferente de uma atividade na
forma como eu me sinto. Não respeitar o corpo como um lugar perfeito para o movimento é como assistir a um cão tentando
aprender ballet. "
Katie Duck
SOBRE KATIE DUCK ( HOLANDA)
Nascida em Oxnard, Califórnia (1951), Katie
Duck é bailarina, coreógrafa e professora. Ela começou atuando em peças
teatrais e musicais, quando adolescente, frequentou a cadeira de Dança Moderna
na Universidade de Utah e, em seguida, juntou-se ao Salt Lake Mime Troupe em
turnê nos Estados Unidos e na Europa (1973-1977).
Em 1976, deixou os Estados Unidos para
viver em Amsterdã, Holanda, em produções com Carlos Traffic, Jango Edwards
(Friends Roadshow) e em improvisações com os artistas Ernst Reijseger
(violoncelo), Tristan Honsinger (violoncelo), Sean Bergen (sax) e Michael Moore
(sax). Mudou seu nome para Katie Duck quando em turnê com seu primeiro solo
pela Europa, "Duck Play", em 1976.
Em 1979, mudou-se para a Itália, onde
fundou a companhia Gruppo. Viajou pela Europa com suas produções de uma hora de
duração: Rutles, The Orange Man, Brown Eye Green e Mind the Gap, e participou
em colaborações de improvisação free lance com Julyen Hamilton, Kristie Simpson
e Steve Paxton, dentre outros. Em 1986, aceitou a posição de conferencista
sênior na Darlington College of Arts, ensinando para o departamento de teatro
como chefe do curso de Coreografia. Em 1991, aceitou um cargo de tempo parcial
na Hogeschool voor de Kunsten (AHK) no departamento de dança em Amsterdã,
ensinando pesquisa, improvisação, composição e técnicas de movimento.
Ao longo de sua carreira, trabalhou com
músicos que compartilham consigo a paixão pela performance em tempo real e pela
integração de música, texto e dança dentro das composições para performances.
Ela apresentou em dueto e em conjunto com os músicos Derek Bailey, Han Bennink,
Andy Moor (the EX), Alex MacGuire e muitos outros. Para refletir seu trabalho
com músicos improvisadores, Katie criou o projeto de dança e música MAGPIE em
Amsterdã, de 1995 a 2006.
Magpie excursionou pela Europa, Ásia e na
Escandinávia e recebeu financiamento nacional de 2002 a 2006 para tournês
dentro da Holanda pelo Nederlands Fonds voor the Podimkunsten. Em 2006 ela decidiu
evoluir Magpie para uma organização do tipo guarda-chuva.
Katie iniciou numerosas eventos de dança e
improvisações musicais em curso em suas três bases: Holanda, Itália e
Inglaterra. Suas iniciativas em Amsterdã incluem um festival de improvisação no
Frascati Theater (1994-1999), uma série de improvisações mensais no Fijnhout
Theater (1992-1993), no Muiderpoort Theater (1994-1999, no Melkweg Theater
(2000-2001 e no OT301 Cultural Center (2002-2006).
Por volta de 1988 ela descobriu a evolução
provocada pela Internet e criou um grupo com foco internacional para anúncios
via e-mail, presença no YouTube desde 2002, com seus vídeos caseiros e continua
a encorajar artistas a construir sua presença na Internet como parte de seu
processo criativo.
Atualmente, Katie mantém um curso de verão
em improvisação, com frequência anual, em Amsterdã, com Alfredo Genovesi, para
bailarinos, performers e músicos. Ela é contratada pela AHK Theater School em
Amsterdã para o departamento de Coreografia SNDO e para o departamento de Dança
Moderna. Lançou seu projeto Magpie em 2011 em colaboração com Alfredo Genovesi.
Eles fazem sua turnê pela Europa, Grã-Bretanha, Ásia, Estados Unidos e muitos
outros lugares no mundo, com seus workshops, performances e ensaios para
projetos (Séries Crime e Casualty).
A carreira de Katie inclui o ensino independente, o
ensino universitário, coreografia de palco, improvisações estruturadas,
performances em tempo real de dança e música, colaborações com artistas visuais
e desenhistas de luz, atores, comediantes, festivais de iniciação, séries
mensais, direção de companhias de dança, companhias de música/dança,
aconselhando jovens artistas, escrevendo textos para performances e artigos.
Ela mudou consistentemente através dos anos (de 1970 a 2000), determinada a
continuar sua pesquisa em teatro, música, dança, texto e performance pelos
estudos sociais, estudos culturais, estudos de gênero e estudos sobre o
cérebro.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Aulão Dudude 02 de Março - CONSCIÊNCIA x MOVIMENTO (Temporada de Aulões Temáticos)
Temporada de Aulões Temáticos
Ano 2013
Março - Dia 02, sábado das 10 às 13h
CONSCIÊNCIA x MOVIMENTO
Com delicadeza, trabalhar na percepção do sentidos, redescobrindo o corpo em seus detalhes, permitir a consciência de tomar ciência do corpo pelo mover
local: Casa Atelier da Dudude (Casa Branca)
reserve suas vagas pelos e-mails:
dudude@dudude.com.br
maria.dudude@gmail.com
ou pelos fones:
31.94114537
31.88979597
///////////////////////////
Cronograma 2013*:
Abril - dia 06
movimento x espaço
Espaço é alimento essencial do movimento, trabalhar os sentidos ativados pelo movimento e assim reconhecer o corpo que move no espaço do movimento, criando um ambiente nutritivo de descobertas.
Maio - dia 04
espaço x criação
Usar o espaço como campo fértil para a criação, deixando seu corpo mover e assim criar estados sensíveis de dança.
Junho - dia 08
consciência / movimento / espaço / criação
Trabalhar a percepção do corpo para criarmos estados plenos de dança, "com consciência crio o movimento no espaço" e reconheço minhas escolhas.
* estas datas poderão sofrer mudanças de acordo com a agenda da artista.
sábado, 15 de dezembro de 2012
Saiu a lista dos Selecionados para a Residência com a Artista VERA MANTERO
Foi grande a demanda!! E mais difícil a escolha. Dada a quantidade de inscritos, aumentamos as vagas de 15 para 20 no total.
Mas ATENÇÃO!!!
Confirme a sua presença até o dia 29 de Dezembro.
Quem não confirmar sua vaga até essa data (29 de Dezembro) perderá sua vaga para um dos inscritos na lista de espera (que segue também abaixo).
Boa sorte e boa residência pra vocês!!!
SELECIONADOS:
1 Beth Bastos (SP/SP)
2 Bruno Portes de Castro (Juiz de Fora/MG)
3 Carol Pedalino (RJ/RJ)
4 Christina Forniaciari (BH/MG)
5 Claudia Muller (RJ/RJ)
6 Giselle Rodrigues (BSB/DF)
7 Helena Vieira (RJ/RJ)
8 Izabel Stewart (BH/MG)
9 Joana Ribeiro (RJ/RJ)
10 Karina Collaço (BH/MG)
11 Laura Collor (RJ/RJ)
12 Leandro de Souza (CAMP/SP)
13 Letícia Castilho (BH/MG)
14 Marcos Moraes (SP/SP)
15 Maria Alice Poppe (RJ/RJ)
16 Mariana Vaz (SP/SP)
17 Patricia Werneck (SP/SP)
18 Paula Pi (SP/SP)
19 Sonia Mota (SP/SP)
20 Tuca Pinheiro (BH/MG)
Lista de espera:
1 Talita Vinagre (SP/SP)
2 Antonio Henriques Vieira (BH/MG)
3 Marise Dinis (BH/MG)
4 Luciana Lanza (BH/MG)
5 Tana Guimaraes (BH/MG)
6 Ariane De Freitas (BH/MG)
7 Cláudia Lobo (BH/MG)
8 Tatiana Melitello (SP/SP)
9 Marcelo Castro (BH/MG)
10 Flor Murta (SAL/BA)
11 Raissa Ralola (RJ/RJ)
12 Mariana Costa (SP/SP)
13 Mariana Delgado (SP/SP)
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
MURUNDU - Pequenas notas sobre processo de montagem com a Meia Ponta Cia de Dança (BH/MG)
Murundu:
Embolado / Monte de coisa e coisa nenhuma / Monte
Foto: Lena Maia
Nova criação de DUDUDE para o Meia Ponta Cia de Dança, dirigida por Marisa Monadjemi. MURUNDU foi criado para quatro bailarinos/performers; uma obra aberta, pois está em constante exercício de apropriação de descobertas.
MURUNDU propositalmente traz em seu assunto o acumulo de coisas que geram murundus todo o tempo e assim imagens variadas sobre o estar no mundo de hoje e agora.
A palavra de ordem desta criação é “coisificar”, e assim produzir imagens onde o espectador poderá trabalhar a sua sensibilidade de imaginar e criar o significado de o que poderá ser MURUNDU.
MURUNDU, um monte e também um monte de coisas, das mais variadas, juntas, emaranhadas, disformes, misturadas e potentes.
O processo de MURUNDU teve inicio em Agosto desde mesmo ano, precisou de agilidade para a construção da obra em si como dos corpos que dançam esta obra.
Transformar, virar coisas, efeitos,agir como vento, pedra, terra, para tanto a necessidade de se trabalhar diretamente com o poder da imaginação.
Como uma criança, os bailarinos foram se deixando ser, proporcionando ao corpo a possibilidade de serem afetados tanto pelo imaginação quanto pelo assunto tratado em MURUNDU.
Contando com artistas como Marcelo Xavier, colaborador de trabalhos anteriores da Meia Ponta Cia de Dança na concepção da ambientação cênica e figurinos, que foram elaborados dentro de um processo criativo de assistir ensaios, discutir sobre as imagens apresentadas etc. A ambiência sonora ficou a cargo de Renato Motha musico, compositor e parceiro meu de outros trabalhos.
Nosso ponto de partida foi o clima do mundo, o tempo do mundo, o consumo do mundo, como estestópicos,assuntos rotineiros e cotidianos de qualquer humano vivente. Ou faz frio, ou calor, ou chove, ou seca, há sempre um tom de reclame, sempre o tempo é culpado de todas as ingerências do viver contemporâneo e a impressão é que não se olha realmente para o por que de tantas mudanças abruptas.
MURUNDU aborda esta questão do ser humano como mais um no planeta, poeticamente, usando de objetos descodificados de suas funções básicas para assim repontencializá-los criando um ambiente de paisagens inusitadas.
Ao espectador de MURUNDU desejo mergulhem juntos com Murundu e deixem que as imagens falem sobre algo...
Aos bailarinos de MURUNDU digam: divirtam-se, deixem ser imagens.
A Mercado Moderno e a Meia Ponta Cia de Dança apresentam a estreia do espetáculo “MURUNDU”, inspirado no meio ambiente e com com concepção, direção e organização coreográfica de Dudude e direção artística da companhia de Marisa Monadjemi.
Data: 30 de novembro, sexta-feira
e 1º e 2 de dezembro, sábado e domingo.
Horário: 20 horas.
Local: Meia Ponta Espaço Cultural Ambiente
Rua Grão Pará, 185, Santa Efigênia
fone: 31.3241.2020
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sábado, 24 de novembro de 2012
MURUNDU - Meia Ponta Cia de Dança, dias 30 de novembro, 1 e 2 de Dezembro, no Espaço Cultural Ambiente
Este fim-de-semana estreia o novo espetáculo
com:
Guilherme Morais,
Ines Amaral,
Karina Collaço,
Violeta Penna
direção Dudude
direção geral da cia Marisa Franzotti Pitanga.
dias
30 de novembro,
1 e 2 de dezembro
às 20h
Rua Grão Pará, 185 - Santa Efigênia
BH/MG
info:
31.3224.7331
31.3241.2020
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Encontro Prático com MADALENA BERNARDES (SP), dia 08 de Dezembro de 2012
Encontro Prático com Madalena Bernardes (SP),
seguida de Jam, pra celebrar 2012.
Dia 08 de Dezembro de 2012,
na Casa Atelier de Dudude
(Casa Branca, Brumadinho/MG)
Informações sobre valores, como chegar, como acontece etc., entre em contato pelos e-mails maria.dudude@gmail.com ou dudude@dudude.com.br.
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Local:
Casa Branca - MG, Brasil
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
CONVOCATÓRIA Residência! [VERA MANTERO] Atelier Dudude Casa Branca 2012
Convocatória Atelier Dudude
Está em vigor a convocatória para inscrição de intérpretes-criadores, bailarinos, interessados em participar do “Encontro Prático com Vera Mantero”, de 21 a 26 de janeiro de 2013. O Encontro Prático, orientado pela artista portuguesa Vera Mantero, faz parte das ações que Dudude oferece em seu atelier, que fica em Casa Branca – distrito de Brumadinho-MG/Brasil*. Serão selecionados 15 artistas de todo o Brasil** através de processo democrático de convocatória, currículo sucinto (até 20 linhas) e carta de intenção de cada candidato.
* A produção não se responsabiliza pela hospedagem, alimentação ou transporte dos artistas selecionados, mesmo os que não residam em Belo Horizonte e arredores. Estes custos são de responsabilidade única e exclusiva dos candidatos. Serão negociados descontos em pousadas e restaurantes da região para os selecionados.
** Todos os participantes receberão certificado de participação.
Das Inscrições
15 Vagas
As inscrições para o encontro deverão ser realizadas até 07 de dezembro de 2012, exclusivamente pelo e-mail: dudude@dudude.com.br
No e-mail, enviar a) currículo sucinto (até 20 linhas) e b) carta de intenção do candidato. Os e-mails dos candidatos deverão ser identificados da seguinte forma. No campo assunto, escrever o texto: CONVOCATÓRIA ATELIER DUDUDE - VERA MANTERO [nome do candidato]. E-mails enviados fora destas especificações não serão considerados.
O resultado será divulgado no blog de Dudude (coisasdedudude.blogspot.com) e no Facebook de Dudude e ficará disponível para consulta a partir do dia 15 de dezembro de 2012. Os selecionados serão também informados por e-mail.
Os interessados podem entrar em contato pelo email: prod.jackiecastro@uol.com.br ou pelos telefones 31.9673.4519 e 31.7814.1430 para tirar suas dúvidas.
1 Por que fazer
A oportunidade de estarmos compartilhando, trocando, vivenciando ideias, propostas, olhares com artistas de além mar, com realidades diferentes tem em si uma singularidade e importância distinta. Para os artistas do Brasil, estar com profissionais reconhecidos e com trabalhos significativos no campo da dança atual traz, sem menor sombra de duvida, um alimento potente com a consequência afirmativa na alteração de hábitos, no que implica a criação, a maneira com a qual cada um vê e sente a contemporaneidade.
2 Onde
Casa/atelier da artista de dança DUDUDE
Residência Artística, em Casa Branca, Brumadinho/MG Brasil
3 Para quem
Bailarinos, performers, artistas interessados na linguagem da dança contemporânea e seus desdobramentos.
4 Tempo de duração
Imersão de uma semana, durante as tardes, de 14 as 19hs ,de segunda a sexta. No período das manhãs o atelier ficará aberto para os artistas participantes fazerem uso.
Noites livres
5 Data/Período
21 a 25 de Janeiro de 2013
26, sábado, encerramento com mostra de trabalhos dos participantes
___________________________________________
Informações sobre a proposta de Vera Mantero
O CORPO PENSANTE
A relaxação, o uso da voz, a escrita, a respiração e a associação livre são alguns dos meios a serem usados neste encontro prático de forma a encontrarmos os movimentos e as acções que se estão a passar dentro de nós. Exploraremos alguns deles separadamente de forma a incorporá-los mais tarde em processos de improvisação mais longos e mais complexos. A ideia de entrada num estado particular de consciência será muito importante. A consciência e atenção aos sinais interiores e exteriores (awareness), o uso do espaço e a exploração de objectos e materiais não serão esquecidos.
Ironia e mãos vazias levar-nos-ão mais longe.
SOBRE VERA MANTERO (PORTUGAL)
Estudou dança clássica com Anna Mascolo e integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989. Começou a sua carreira coreográfica em 1987 e desde 1991 tem mostrado o seu trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA e Singapura.
Dos seus trabalhos destacam-se os solos “Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois” (1991), “Olympia” (1993) e “uma misteriosa Coisa, disse o e.e.cummings*” (1996), assim como as peças de grupo “Sob” (1993), “Para Enfastiadas e Profundas Tristezas” (1994), “Poesia e Selvajaria” (1998), “Até que Deus é destruído pelo extremo exercício da beleza” (2006) e a sua última criação “Vamos sentir falta de tudo aquilo de que não precisamos” (2009). Participa regularmente em projectos internacionais de improvisação ao lado de improvisadores e coreógrafos como Lisa Nelson, Mark Tompkins, Meg Stuart e Steve Paxton. Desde o ano 2000 dedica-se igualmente ao trabalho de voz, cantando repertório de vários autores e co-criando projectos de música experimental.
Em 1999 a Culturgest organizou durante um mês uma retrospectiva do seu trabalho realizado até à data e que se intitulou “Mês de Março, Mês de Vera”.
“Comer o Coração”, trabalho criado em parceria com o escultor Rui Chafes, representou Portugal na 26ª Bienal de São Paulo 2004.
No ano de 2002 foi-lhe atribuído o Prémio Almada (IPAE/Ministério da Cultura) e no ano 2009 o Prémio Gulbenkian Arte pela sua carreira como criadora e intérprete.
“Para mim a dança não é um dado adquirido, acredito que quanto menos o adquirir mais próxima estarei dela, uso a dança e o trabalho performativo para perceber aquilo que necessito de perceber, vejo cada vez menos sentido num performer especializado (um bailarino ou um actor ou um cantor ou um músico) e cada vez mais sentido num performer especializadamente total, vejo a vida como um fenómeno terrivelmente rico e complicado e o trabalho como uma luta contínua contra o empobrecimento do espírito, o seu e o dos outros, luta que considero essencial neste ponto da história.”
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
"A Projetista" em curta temporada, no Galpão Cine Horto (27 e 28 de Outubro)
De volta a Belo Horizonte "A Projetista" em curta temporada no Galpão Cine Horto, dias 27, sábado às 21 horas, e 28, domingo, às 19 horas.
Sobre o espetáculo, leia a resenha de Luiz Carlos Garrocho, publicada em seu blog, em março de 2012:
"A Projetista: uma política do desejo
Sobre o espetáculo, leia a resenha de Luiz Carlos Garrocho, publicada em seu blog, em março de 2012:
"A Projetista: uma política do desejo
Quando é que um corpo-artista realiza um encontro com a técnica, de tal modo que esta deixa de ser uma defesa diante da vida e de seu estado precário? E em que a polaridade “corpo” e “artista” desaparece ou não faz mais sentido? Não porque tudo aquilo que nos ameaça, tendo por resposta um arcabouço qualquer, se dê necessariamente por vencido. Mas sim porque tais coisas passam a fazer parte do assombro de viver como jogo e signo. A Projetista, de Dudude, coreógrafa, bailarina, performadora e atriz, traduz isso.
Porém, não é fácil dispor de si como signo, ao modo do abandono de si. Pode até acontecer de repente, mas leva muito tempo. Tempo que também se perde, já que a vida escoa e os projetos não se transformam por si mesmos em encontros. Para lembrar Proust, citado por Dudude no espetáculo, diria com Deleuze que é preciso também perder tempo:
”Nunca se sabe como uma pessoa aprende; mas, de qualquer forma que aprenda, é sempre por intermédio de signos, perdendo tempo, e não pela assimilação de conteúdos objetivos”.
Talvez, seja essa uma das chaves de leitura de A Projetista. De um lado, o tempo perdido na elaboração de um amanhã como alvo. Que é a negação do presente vivido. E o tempo que se perde no embrenhar-se da vida aos acasos. A necessidade, portanto, de ir em busca do tempo perdido.
Dudude faz da elaboração desse amanhã capturado pela burocracia, assim como desse perder-se necessário na vida, um experimento criativo. Coloca, no próprio espetáculo, o desejo de dançar uma pergunta, ou de prolongar uma fresta lançada, muitas vezes, pela própria estupidez do ato projetista. Que se transforma assim em gesto, palavra, imagem. Então, amanhã é agora.
Nossos hábitos podem nos fazer acreditar que A Projetista é um misto de teatro, de dança, depoimento pessoal, crítica e denúncia. Porém, isso não tem a menor importância, pois, como em outros processos criativos, não podemos continuar a pensar por meios que não sejam o de uma arte no campo expandido.
A Projetista é um espetáculo, mas é também uma performance. No sentido de uma poética que chama a si as forças. Que forças são essas? Aquelas que sustentam um corpo no ato de convidar outros corpos a compartilhar essa mútua presença. Nesse sentido, não é a representação de uma “situação” ficcional a linha de condução. O que conduz o jogo performativo é o embate. Uma estratégia de conhecimento no ato mesmo da encenação.
Portanto, o que vemos não é a história ou a fábula de uma personagem, de uma “projetista”. Sim, há também esse plano ou camada de composição e leitura. Porém, ele não se configura a ponto de ser uma matriz do evento. Constitui uma esfera de problemas, de cartas ou de dados lançados. Que pedem respostas, enfrentamentos. São elementos de enunciação, ao lado de outros, como os momentos em que Dudude dança. Ou aqueles em que ela se permite emocionar com o que diz. É nesse campo que as coisas se resolvem – no ato de dançar como necessidade e desejo.
Há linhas e planos. Como a denúncia desta época em que, como Dudude diz, será lembrada uma dia como a “era dos projetos”. As pessoas “ficavam lançando projetos para o futuro”. Sim, Dudude aponta para o impasse das políticas públicas, contudo, sem colocar-se no lugar do queixume, com é tão comum. E num momento muito forte ela diz algo assim: por que eu devo detalhar aquilo que eu não sei o que será, como é toda criação?
Nem por isso precisamos nos tornar tristes por causa da política. Pelo contrário, Dudude faz do evento cênico o acontecimento de uma política do desejo. Não pela reivindicação de uma particularidade (o “eu” da artista) ou de uma generalidade (“os artistas”, “o humano”). Mas sim no acolhimento dessa experiência do fora, de que fala Blanchot. E da alteridade de nossa situação no mundo.
Porém, a despeito de denunciar a burocracia das leis de incentivo e os agenciamentos que elas produzem (como o ficar à espera de uma condição externa favorável, ou de vincular o desejo ao “projeto” e, por tabela, ao Estado), A Projetista expõe os caminhos de nossas fragilidades e apostas.
Uma das sequências mais belas é a que Dudude dança, já no final do espetáculo. Uma dança da ordem da intensidade, na qual se dá um entrega e em que um corpo somente se identifica com sua própria variação. Por sua capacidade de sofrer as consequências de suas próprias ações.
Uma bela composição. O tempo reencontrado no desejo.
Referências -
- A Projetista: Concepção/intérprete: Dudude. Direção: Cristiane Paoli Quito. Assistência de direção: Lydia Del Picchia. Figurino: Marco Paulo Rolla. Trilha sonora: natalia Mallo e Danilo Penteado. Desenho de luz: Bruno Cerezoli. Vídeos: Joacélio Batista & Frederico Herrmann. Produção: Ludmila Ramalho.
- DELEUZE, Gilles. Proust e os signos. Tradução de Antonio Piquet e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
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